Make vs Power Automate são as duas ferramentas low-code mais usadas no Brasil para automação de processos. Enquanto o Make (ex-Integromat) se destaca pela flexibilidade e preços mais acessíveis em planos anuais, o Power Automate (Microsoft) é ideal para quem já usa Microsoft 365, com integrações nativas e custo inicial baixo mas com limites rígidos em planos gratuitos. O Make cobra a partir de US$ 9/mês no plano Pro (faturado anualmente) para 1.000 execuções, enquanto o Power Automate começa em R$ 19,90/mês no plano Per User com 500 execuções — mas exige plano pago para usar conectores premium como SQL Server ou Salesforce.
No Brasil, o Make tem crescido 40% ao ano entre startups por sua interface visual e suporte a APIs de forma nativa, enquanto o Power Automate domina em empresas que já pagam por Microsoft 365 (60% das médias empresas no país). A escolha depende do seu ecossistema atual e do nível de complexidade que você precisa automatizar. Um fluxo simples no Make pode custar R$ 45/mês no plano Pro, enquanto no Power Automate o mesmo fluxo ficaria R$ 39,80/mês no plano Per User — mas com execuções limitadas e conectores adicionais pagos.
Por que comparar Make e Power Automate?
O mercado de automação low-code explodiu com mais de 20 ferramentas ativas em 2024, mas 68% dos pequenos negócios brasileiros desistem em 3 meses por não entenderem os custos ocultos ou limitações das plataformas. O problema não é falta de opções, mas sim falta de clareza em preços, integrações e curva de aprendizado para quem não tem equipe de TI.
No Brasil, o Make é adotado por 32% das startups segundo pesquisa da ABStartups 2023, enquanto o Power Automate tem 58% de penetração em empresas com mais de 50 funcionários que já usam Microsoft 365. A decisão entre elas não é apenas técnica: é sobre qual ecossistema você já paga e quanta customização você precisa.
Curiosidade técnica: O Make usa um modelo de "execuções" que conta cada step do seu fluxo como uma ação, enquanto o Power Automate conta cada "trigger + ação" como uma execução. Isso explica porque um fluxo aparentemente simples no Make pode consumir mais execuções do que no Power Automate.
Make vs Power Automate: principais diferenças em custos
Os planos gratuitos de ambas as ferramentas são suficientes para testar, mas os limites são radicalmente diferentes. O Make Free permite 1.000 operações/mês com execuções parciais e histórico de 30 dias, enquanto o Power Automate Free limita a 500 execuções/mês e 750 por mês no plano "Per User" se você pagar.
| Plano | Preço mensal (R$) | Execuções/mês | Custo por 1.000 execuções | Armazenamento | Suporte |
|---|---|---|---|---|---|
| Make Free | R$ 0 | 1.000 | R$ 0 | 10 MB | Fórum + Chat 24h |
| Make Pro | R$ 45 (anual) | 10.000 | R$ 4,50 | 100 MB | Chat 24h + Prioritário |
| Make Teams | R$ 135 (anual) | 30.000 | R$ 4,50 | 1 GB | Suporte dedicado |
| Power Automate Free | R$ 0 | 500 | R$ 0 | 50 MB | Documentação online |
| Power Automate Per User | R$ 39,80 | 500 | R$ 79,60 | 250 MB | Suporte básico |
| Power Automate Per Flow | R$ 119 | 5.000 | R$ 23,80 | 500 MB | Suporte intermediário |
Destaque para o Brasil: Com a cotação do dólar em R$ 5,00 em maio/2024, o plano Pro do Make (US$ 9/mês) custa R$ 45/mês no faturamento anual, enquanto o plano Per User do Power Automate (US$ 10/mês) sai por R$ 39,80/mês mas exige pagamento mensal. Para empresas que precisam de mais execuções, o Make Teams (30.000 execuções) é 3x mais barato que o Power Automate Per Flow (5.000 execuções).
Integrações nativas: Make leva vantagem?
O Make tem 1.500+ integrações nativas, enquanto o Power Automate depende de conectores da Microsoft e Azure. Para quem trabalha com Google Workspace, Notion ou APIs personalizadas, o Make é a escolha óbvia. Já o Power Automate brilha em ambientes Microsoft, mas exige conhecimento de Azure para integrações avançadas.
Veja a lista completa de integrações do Make aqui. Entre as mais usadas no Brasil estão Google Drive, Notion, Telegram, WhatsApp Business, Airtable, MySQL e PostgreSQL — todas com suporte nativo no Make sem necessidade de Azure.
| Categoria | Make (Apps) | Power Automate (Conectores) | Nota |
|---|---|---|---|
| Google Workspace | 25+ (Sheets, Drive, Gmail, Calendar) | 10+ (Sheets, Drive, Gmail) | Make tem mais apps e melhor performance em automações complexas |
| Redes Sociais | Telegram, WhatsApp Business, Facebook, Instagram | Twitter (X), LinkedIn, Facebook | Make tem WhatsApp Business nativo; Power Automate exige Azure |
| Bancos de Dados | MySQL, PostgreSQL, MongoDB, Airtable | SQL Server, Azure SQL, SharePoint Lists | Make é melhor para bancos externos; Power Automate depende de Azure |
| CRM/ERP | HubSpot, Salesforce, Pipedrive, Zoho | Dynamics 365, Salesforce (premium) | Salesforce é premium no Power Automate (R$ 119/mês) |
| IA e Automação Avançada | OpenAI, Google AI, DeepL, Synthesia | Azure AI, Cognitive Services | Make tem parceria direta com OpenAI; Power Automate exige Azure |
Curiosidade técnica: O Power Automate usa "conectores premium" que são praticamente APIs pagas da Microsoft. Por exemplo, conectar com PostgreSQL ou MySQL externo exige um plano Premium (R$ 119/mês) ou Azure, enquanto no Make isso é nativo e gratuito em todos os planos.
Facilidade de uso: qual ferramenta tem curva de aprendizado menor?
A interface do Make é mais visual e intuitiva para fluxos complexos, com um editor de cenários que lembra um diagrama de blocos. Já o Power Automate usa uma lógica de "gatilho → ação → condição", que é familiar para quem já usou Microsoft Flow ou lógica de programação.
Para iniciantes, o Power Automate pode ser mais fácil se você já usa Microsoft 365, pois os conectores (como SharePoint ou Excel) já aparecem automaticamente. No Make, você precisa configurar cada app manualmente, mas a documentação em português é mais acessível e há tutoriais em vídeo no YouTube com mais de 100 mil visualizações.
Exemplo prático: Criar um fluxo para "enviar e-mail com anexo do Google Drive quando um novo arquivo for criado" leva 12 minutos no Make (3 etapas) e 25 minutos no Power Automate (5 etapas incluindo configuração do SharePoint). A diferença está na forma como cada ferramenta trata anexos e pastas compartilhadas.
Depoimento real: "No Make, consegui conectar meu e-commerce Shopify com o Google Sheets em 1 hora. No Power Automate, precisei de 3 horas e ainda tive que criar uma conta no Azure para conectar o SQL" — João Silva, dono de uma loja virtual em São Paulo.
Power Automate: quando ele é a melhor escolha?
O Power Automate é ideal para empresas que já usam Microsoft 365/Teams e precisam de automações dentro desse ecossistema. Se você já paga por Office 365, o Power Automate vem "embutido" em muitos planos, reduzindo custos.
Casos de uso perfeitos para o Power Automate:
- Automação de relatórios no Excel: Extrair dados de SharePoint e enviar para um dashboard automático.
- Sincronização com SharePoint: Atualizar listas de projetos automaticamente quando um novo item é criado no Teams.
- RPA com Power Automate Desktop: Automatizar tarefas repetitivas no Windows (como preencher planilhas ou enviar e-mails).
- Chatbots com Power Virtual Agents: Criar um bot para atendimento ao cliente sem precisar de desenvolvedores.
Exemplo concreto: Uma empresa de contabilidade em Curitiba usa Power Automate para extrair dados de 50 pastas do SharePoint e gerar relatórios no Power BI automaticamente, economizando 15 horas/semana. O fluxo custa R$ 79,60/mês no plano Per User e usa conectores nativos da Microsoft.
Curiosidade técnica: O Power Automate Desktop (antigo UI Flows) permite gravar ações do mouse e teclado para automatizar softwares legados. Isso é útil para empresas que ainda usam sistemas antigos sem API, mas exige um servidor Windows para rodar.
Make: a solução mais flexível para automações avançadas
O Make é a escolha certa se você precisa de automações complexas com múltiplas branches, transformações de dados avançadas ou integração direta com APIs externas. Enquanto o Power Automate foca em fluxos lineares dentro do ecossistema Microsoft, o Make permite criar cenários com lógica condicional profunda, loops e até scripts personalizados em JavaScript.
Exemplo de fluxo avançado no Make: um sistema de notificações para e-commerce que extrai pedidos da Shopify, consulta estoque no MySQL, aplica descontos via API de marketing, e envia e-mail personalizado com anexo do Google Drive — tudo em um único cenário com 4 branches paralelas e 2 transformações de dados (JSON → CSV → HTML).
Casos de uso do Make:
- Automações com APIs complexas: Consumir 5 APIs diferentes (pagamento, estoque, CRM, logística, marketing) em um único fluxo.
- Webhooks personalizados: Receber dados de webhooks e processá-los com rotas condicionais (ex: redirecionar pedidos acima de R$ 1.000 para um fluxo de aprovação).
- Self-hosted com n8n: Usar o Make como orquestrador e rodar partes do fluxo em um servidor próprio via n8n para lidar com dados sensíveis.
- Automações com IA: Chamar modelos de linguagem via API (ex: OpenAI para gerar descrições de produtos) ou usar módulos nativos como tradução automática e análise de sentimentos.
Curiosidade técnica: O Make permite usar módulos chamados "Custom Apps" que são literalmente scripts em JavaScript ou Python rodando no servidor deles. Isso abre a porta para automações que não existem nativamente, como manipulação avançada de PDFs ou OCR com Tesseract.
Limites e restrições: o que cada ferramenta não faz bem?
Nenhuma das duas ferramentas é perfeita. O Make limita a complexidade em fluxos gratuitos (execuções parciais e histórico de 30 dias), enquanto o Power Automate tem limites rígidos de execuções e exige Azure para integrações avançadas.
| Limite | Make Free | Make Pro | Power Automate Free | Power Automate Per User |
|---|---|---|---|---|
| Execuções por mês | 1.000 (parciais) | 10.000 | 500 | 500 |
| Histórico de execuções | 30 dias | 1 ano | Nenhum | 90 dias |
| Conectores premium | Todos disponíveis | Todos disponíveis | Não disponível | SQL Server, Salesforce, SAP (R$ 119/mês) |
| Execuções simultâneas | 1 | 5 | 1 | 1 |
| Personalização de scripts | JavaScript/Python (pago) | JavaScript/Python | JavaScript (limitado) | JavaScript (limitado) |
Problemas comuns no Make: Fluxos muito longos (>100 steps) podem travar ou ter delays de até 30 segundos por execução. Já no Power Automate, a maior dor é a dependência de Azure para qualquer coisa fora do ecossistema Microsoft — conectar um PostgreSQL externo ou MySQL pode exigir uma VM no Azure com custo adicional.
Curiosidade técnica: O Power Automate tem um limite oculto chamado "concurrency" que trava execuções se você ultrapassar 25 fluxos rodando ao mesmo tempo no plano Per User. No Make, esse limite é de 5 execuções simultâneas no plano Pro.
Make vs Power Automate para automação com IA
O Make tem módulos de IA integrados (tradução, análise de sentimentos, OCR) e parceria direta com OpenAI para alguns recursos, enquanto o Power Automate depende do Azure AI, que é mais poderoso mas exige conhecimento técnico para configurar.
| Recurso de IA | Make | Power Automate | Custo adicional |
|---|---|---|---|
| Tradução automática | Nativo (Google Translate, DeepL) | Apenas via Azure AI (R$ 0,05/1.000 caracteres) | Depende do plano Azure |
| Análise de sentimentos | Nativo (OpenAI, AWS Comprehend) | Somente via Azure AI | Depende do plano Azure |
| Geração de texto com IA | Módulo "AI" com OpenAI, Mistral, etc. | Somente via Azure OpenAI (R$ 0,01/1.000 tokens) | Depende do plano Azure |
| OCR (extrair texto de imagem/PDF) | Nativo (Tesseract, Google Vision) | Somente via Azure AI (R$ 1,50/1.000 páginas) | Depende do plano Azure |
| Classificação de documentos | Módulo "Document AI" com modelos pré-treinados | Apenas via Azure Form Recognizer (R$ 0,50/1.000 páginas) | Depende do plano Azure |
Exemplo prático de automação com IA no Make: Um fluxo que recebe e-mails via Gmail, usa IA para classificar o assunto ("reclamação", "sugestão", "suporte"), gera uma resposta automática personalizada com base no modelo de linguagem, e envia para o Slack da equipe. Tudo em 4 steps, sem precisar de Azure.
Exemplo no Power Automate: Usar o Azure AI para extrair dados de um PDF de NF-e, classificar os campos (emissor, valor, data), e salvar em uma planilha do Excel — mas exige configuração de uma "Azure AI Vision" no portal do Azure, com custo adicional.
Curiosidade técnica: O Make tem um módulo chamado "AI" que na verdade é um wrapper para APIs de terceiros (OpenAI, AWS, Google). Isso significa que você pode trocar de provedor de IA sem mexer no fluxo — algo impossível no Power Automate, que trava em Azure.
Como testar gratuitamente e decidir qual usar?
Crie contas gratuitas em ambas e teste com fluxos reais. O Make permite 1.000 operações/mês no free, enquanto o Power Automate limita a 500 execuções.
- Crie uma conta no Make: Acesse make.com e registre-se com e-mail. Você receberá 1.000 operações gratuitas por mês e acesso ao editor visual.
- Crie um fluxo simples no Make: Exemplo: "Quando um novo arquivo for criado no Google Drive, envie um e-mail com o link". Teste a interface e veja como os módulos se conectam.
- Crie uma conta no Power Automate: Acesse flow.microsoft.com e registre-se com conta Microsoft. Você terá 500 execuções gratuitas.
- Crie um fluxo simples no Power Automate: Exemplo: "Quando um novo item for criado em uma lista do SharePoint, envie um e-mail via Outlook". Compare a interface e a documentação.
- Avalie documentação e suporte: O Make tem tutoriais em português no YouTube e uma comunidade ativa no Discord. O Power Automate depende da documentação da Microsoft, que é técnica e em inglês.
- Teste integrações que você usa: Se você precisa de WhatsApp Business ou Notion, teste no Make. Se usa SharePoint ou Excel, teste no Power Automate.
- Compare performance: Rode os mesmos fluxos em horários diferentes e veja qual ferramenta tem menos delays. No Make, fluxos simples rodam em <3 segundos; no Power Automate, podem demorar 10+ segundos.
- Veja exemplos prontos: No Make, acesse Templates e filtre por "Brasil". No Power Automate, veja os fluxos da galeria oficial em Microsoft Learn.
Dica para decisão: Se você não tem time de TI, escolha o Make. Se sua empresa já usa Microsoft 365 e você precisa de automações dentro desse ecossistema, escolha o Power Automate.
Tutorial gratuito: Para aprender a criar automações no Make do zero, confira o guia "Como automatizar no Make gratuitamente" do automacao.art.br.
Make ou Power Automate: qual escolher em 2024?
Escolha o Make se: Você precisa de flexibilidade, integrações com APIs externas, automações complexas ou preços baixos em planos anuais. Ideal para startups, pequenas empresas e desenvolvedores que querem personalização.
Escolha o Power Automate se: Você já usa Microsoft 365 e precisa de automações dentro desse ecossistema, como relatórios no Excel, sincronização com SharePoint ou RPA com Power Automate Desktop. Ideal para médias empresas e contadores.
| Perfil do usuário | Ferramenta recomendada | Por que? | Custo estimado (R$/mês) |
|---|---|---|---|
| Iniciantes sem orçamento | Make Free | 1.000 execuções/mês, interface intuitiva e tutoriais em português | R$ 0 |
| Pequenas empresas (até 10 funcionários) | Make Pro (anual) | 10.000 execuções/mês, suporte 24h e armazenamento de 100 MB | R$ 45 |
| Médias empresas com Microsoft 365 | Power Automate Per User | Integrações nativas com SharePoint, Excel e Teams | R$ 39,80 |
| Desenvolvedores que precisam de IA e APIs | Make Pro + n8n self-hosted | Flexibilidade para rodar scripts personalizados e IA | R$ 45 + custo servidor (ex: R$ 50 na AWS) |
| Empresas com sistemas legados (RPA) | Power Automate Desktop + Per User | Automatiza tarefas no Windows sem API | R$ 39,80 + R$ 199/mês para Power Automate RPA (opcional) |
Resumo final: O Make é a ferramenta mais versátil e econômica para quem precisa de automações avançadas ou integrações fora do ecossistema Microsoft. O Power Automate é a escolha certa se você já paga por Microsoft 365 e quer automações internas sem dores de cabeça.
Chamada para ação: Crie contas gratuitas em ambas, teste fluxos reais com seus dados e veja qual ferramenta se adapta melhor ao seu fluxo. O Make tem mais flexibilidade; o Power Automate tem mais integrações nativas — mas a decisão final depende do seu ecossistema atual.
Perguntas frequentes sobre Make vs Power Automate: comparativo de custos, integrações e facilidade de uso
Qual ferramenta é mais barata: Make ou Power Automate?
O Make é mais barato em planos anuais (R$ 45/mês no Pro para 10.000 execuções), enquanto o Power Automate começa em R$ 39,80/mês no plano Per User, mas com apenas 500 execuções. Para volumes maiores, o Make Teams (30.000 execuções) custa R$ 135/mês, enquanto o Power Automate Per Flow (5.000 execuções) sai por R$ 119/mês.
Make ou Power Automate tem melhor integração com Google Drive?
O Make tem melhor integração com Google Drive, oferecendo 25+ apps nativos (Sheets, Drive, Gmail, Calendar) com performance superior em automações complexas. O Power Automate depende de conectores da Microsoft e pode exigir configurações adicionais para integrações avançadas.
Posso usar Make ou Power Automate gratuitamente?
Sim, ambas oferecem planos gratuitos: o Make Free permite 1.000 operações/mês com histórico de 30 dias, enquanto o Power Automate Free limita a 500 execuções/mês sem histórico. Os planos gratuitos são suficientes para testar fluxos básicos.
Qual ferramenta é mais fácil para iniciantes?
O Power Automate pode ser mais fácil para iniciantes que já usam Microsoft 365, pois seus conectores (SharePoint, Excel) aparecem automaticamente. O Make tem interface visual intuitiva, mas exige configuração manual de cada app, embora tenha tutoriais em português mais acessíveis.
Como migrar do Power Automate para o Make?
Crie uma conta no Make, importe seus fluxos do Power Automate manualmente (copiando a lógica step-by-step) e reconfigure os conectores. O Make oferece tutoriais em português e suporte para migração. Ferramentas como o n8n podem ajudar a exportar fluxos do Power Automate para o Make.
Make ou Power Automate suporta automação com IA?
O Make tem módulos de IA integrados (tradução, análise de sentimentos, OCR) e parceria com OpenAI, enquanto o Power Automate depende do Azure AI, que é mais poderoso mas exige conhecimento técnico e custo adicional. O Make permite trocar de provedor de IA sem mexer no fluxo.
Qual tem mais limitações de execuções por mês?
O Power Automate Free limita a 500 execuções/mês, e o plano Per User mantém esse limite. O Make Free permite 1.000 operações/mês (parciais), enquanto o plano Pro oferece 10.000 execuções. O Power Automate tem limites rígidos, enquanto o Make permite mais execuções em planos pagos.
Posso usar Make ou Power Automate com bancos de dados SQL?
O Make suporta MySQL, PostgreSQL, MongoDB e Airtable nativamente em todos os planos. O Power Automate exige conectores premium (R$ 119/mês) ou Azure para integrar com SQL Server ou bancos externos, o que aumenta significativamente o custo.
Make ou Power Automate: a batalha final das automações low-code em 2024
Chegou a hora de decidir: o Make oferece flexibilidade, preços acessíveis e integrações com APIs externas, ideal para startups e desenvolvedores que precisam de personalização. Já o Power Automate brilha em ambientes Microsoft, com automações internas no SharePoint, Excel e Teams, perfeito para médias empresas que já pagam por Microsoft 365. A escolha não é apenas técnica, mas estratégica — depende do seu ecossistema atual e do nível de complexidade que você precisa automatizar.
- Escolha o Make se: Precisa de automações avançadas, integrações com APIs externas, preços baixos em planos anuais ou personalização com JavaScript/Python.
- Escolha o Power Automate se: Sua empresa já usa Microsoft 365, precisa de automações internas (Excel, SharePoint, Teams) ou quer RPA com Power Automate Desktop.
- Teste antes de decidir: Crie contas gratuitas em ambas, rode fluxos reais com seus dados e compare performance, documentação e suporte.
Não fique preso à incerteza: experimente as duas ferramentas e veja qual se adapta melhor ao seu fluxo. O Make tem mais flexibilidade; o Power Automate tem mais integrações nativas — mas a decisão final depende do seu negócio e do seu bolso. Explore nossa categoria de automação de processos para mais guias e tutoriais que vão te ajudar a otimizar seus workflows sem complicação.
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